Archive for the ‘(un)realpolitik’ Category
Mashup do bem: Rota da Reciclagem
Written by Volponi on 23/6/2008 – 18:51 -Descobri um mashup do Google Maps que é muito do bem, e poderia ter acontecido antes: um site onde você coloca seu endereço e ele lista os pontos de coleta de lixo para recliclagem (coleta seletiva). Vale dar uma pesquisada.
Visite o Rota da Reciclagem.
Em tempo: mashup são sites/aplicações que integram serviços de outros sites, multiplicando a utilidade desses sites.
Posted in (un)realpolitik, Vida ao vivo | No Comments »Presidente South Park
Written by Volponi on 31/8/2006 – 13:00 -
Nessa época de eleições sem-graça, com Lula garantido, com Serra garantido, existe pelo menos uma opção de se divertir: descobrir qual é o Presidente do Brasil mais South Park que existe. Detalhe: no site oficial da Presidência da República.
Pelo menos nem o Castelo Branco nem o Costa e Silva estão sorrindo. E a cara de almofadinha do Collor?
Sussurros democráticos
Written by Volponi on 14/12/2003 – 14:26 -Ouvi alguém falar aí sobre trabalho informal? Ouvi alguém falar aí sobre o fato da seguridade social não atingir nem 50% da população? Ouvi alguém falar sobre políticas de inclusão de contribuições à receita? Ouvi alguém falar sobre universalização e métricas de educação? Ouvi alguém falar sobre critérios republicanos de ocupação de cargos técnicos nas agências e empresas da União?
Acho que não. Eu só ouvi falar de juros, superávit e um suposto “espetáculo do crescimento”. Peraí! Ouvi direito? Como? Projeto estratégico de longo prazo para o país? Não, não. Acho que era só uma brisa que passou pela janela, um ventinho.
Posted in (un)realpolitik | No Comments »Pés pelas mãos
Written by Volponi on 2/12/2003 – 12:50 -“Reports that say that something hasn’t happened are always interesting to me, because as we know, there are known knowns; there are things we know we know. We also know there are known unknowns; that is to say we know there are some things we do not know. But there are also unknown unknowns – the ones we don’t know we don’t know.”
Donald Rumsfeld ganhou o prêmio Foot in the Mouth. Merecido, merecido…
Posted in (un)realpolitik, Cri-crítica | 1 Comment »Desarmem a Band
Written by Volponi on 24/10/2003 – 17:23 -A Rede Bandeirantes anda veiculando uma campanha institucional (ou seja, assinada pela própria rede) contra as novas leis do desarmamento, defendendo que deve-se proibir armas apenas para os bandidos. “Cidadãos de bem” podem portar armas.
Primeiro, em alto e bom som: cidadão de bem o cacete. Quem carrega uma arma, para mim, é bandido por definição. Ter em mãos um apetrecho que é feito única e excluvisamente com a função de matar só serve pra propagar a violência. E não adianta porte de arma, análise psicológica, antecedentes criminais. Se o sujeito pensa que ter um revólver é uma boa, já não merece portar uma. Só profissionais podem, como policiais e agentes penitenciários. Seguranças privados? Não, sei, não. Há que se pensar.
Segundo: os parlamentares foram covardes ao retirar da proposta de lei a data do referendo sobre a proibição da venda e do porte de armas no país. A rigor, a nova lei não vai mudar muita coisa, apenas tornando inafiançável o porte ilegal. Grande coisa. Bandido algum vai deixar de portar arma só porque agora isso é crime inafiançável? Já é proibido hoje.
Sinto falta de uma postura mais clara e de criação de um projeto de nação por parte do governo Lula. Isto vale pra economia, pra previdência, pra carga tributária, pro esporte e, também, para este assunto. Faz-se apenas o de sempre: discussão política do meio-termo. Só que segurança não pode ser meio termo.
Terceiro: apesar do título um tanto condenatório deste post, a Bandeirantes tem todo o direito de achar o que quiser. Eu só não concordo. E estou pensando seriamente em fazer uma das poucas coisas que posso, a respeito: não assistir mais a emissora. Não me parece grande perda, de qualquer forma.
Posted in (un)realpolitik | 8 Comments »Mas que carência!
Written by Volponi on 11/9/2003 – 11:29 -Já perdi a paciência. Desde 1947, esses dois não param de querer chamar a atenção do mundo inteiro. Isso é que é carência! Israel e Palestina, tratem já de arranjar umas namoradas, vai. Tenha a santa paciência…
Posted in (un)realpolitik | 2 Comments »E, por falar em presos…
Written by Volponi on 10/9/2003 – 16:47 -Fiz umas contas. Peguei dados da Secretaria de Fazenda do Estado para descobrir quanto custa cada preso de SP, por mês. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, tem uns 60.000 deles.
Não sei se o meu cálculo rasteiro é válido, mas dá R$ 927,50 mês/preso. Não é pouco, mas é menos do que eu imaginava.
Claro que, se você pensar quanto custa um jovem no segundo grau, preso custa muito, muito caro. Em todos os sentidos.
Posted in (un)realpolitik, Filosofadas | 2 Comments »Só mais um detalhe
Written by Volponi on 10/9/2003 – 16:45 -(Você sabia que o Estado paga o translado capital-interior para famílias de presos que foram transferidos para unidades longe de casa? Vá até a Barra Funda ou ao Terminal Tietê na sexta-feira à noite e veja quantos ônibus “genéricos” fretados saem do lado de fora dos terminais, carregando mulheres e crianças.)
Posted in (un)realpolitik | No Comments »Minha primeira vez
Written by Volponi on 9/9/2003 – 11:12 -Certas coisas devem ser compartilhadas, sem medos ou restrições. Resolvi contar como foi a minha primeira vez. E minha primeira vez foi ontem. Como a primeira vez de muita gente, não foi maravilhoso. Foi legal, e ponto. Duas coisas me surpreenderam: tinha mais gente do que eu esperava, e durou uma hora e meia. Esperava bem menos. Passei muito calor, fiquei suado, pedindo água. Acho que é normal, mas como foi minha primeira vez, ainda não tenho certeza. E, ao contrário do que eu tinha imaginado, até que a coisa foi bem organizada e prática. Chega de teoria!
Ou seja: gostei de participar de uma paralisação, uma greve por pouco tempo, em luta por um dissídio já acordado, e que a FPA reluta em pagar. Não teve aquelas bobagens teóricas de militantes do PSTU. Eram funcionários organizados para decidir o que fazer, como fazer. Bem diferente dos papos do pessoal da FFLCH. E, graças a Deus, sem nenhum “a luta continua, companheiro”.
Mas de uma coisa não deu pra fugir: o presidente do sindicato era fanho.
Aiôoo, Ching!
Written by Volponi on 25/8/2003 – 11:34 -Pouca gente sabe, mas foram os chineses que construíram a maior parte da ferrovia transcontinental americana. No lugar de desbravadores do velho oeste, chinas caubóis. Trabalho semi-escravo mesmo.
O mais gritante é que uma pintura famosa, de Thomas Hill, mostra centenas de americanos colocando a última estaca, cheios de júbilo. E, só se você reparar muito bem, verá 2 chineses nela. Veja:
Há certas coisas que dizem mais sobre o que foi omitido do que o que foi mostrado. Nesse caso, tristemente.
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