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	<title>Caderno de Anotações &#187; Filosofadas</title>
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	<description>Um blog sobre tecnologia, literatura e bizarrices por Rodrigo Volponi</description>
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		<title>Folha.com.br e um &#8220;estranho jornalismo&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Folha.com.br tomou uma atitude muito estranha para &#8220;relatar&#8221; em linguagem cifrada o vencedor da licitação de novas linhas do Metrô. Como leitor, não achei isso nem um pouco saudável. Para entender: O governo de SP está finalizando a licitação de uma nova linha de Metrô, cujo resultado foi publicado em 28/ago/2008. Segundo a Folha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha.com.br tomou uma atitude muito estranha para &#8220;relatar&#8221; em linguagem cifrada o vencedor da licitação de novas linhas do Metrô. Como leitor, não achei isso nem um pouco saudável. Para entender:</p>
<p>O governo de SP está finalizando a licitação de uma nova linha de Metrô, cujo resultado foi publicado em 28/ago/2008. Segundo a Folha, oito horas antes eles publicaram um texto um tanto estranho (fora de contexto, com adjetivos e histórias um pouco sem pé nem cabeça) sobre uma ópera em cartaz em São Paulo. E, segundo o site, esse texto era uma mensagem cifrada para identificar o vencedor da licitação, antes mesmo da abertura do resultado final.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2668" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.hiperweb.com.br/caderno/wp-content/uploads/2008/08/materia1.gif"><img class="size-medium wp-image-2668" title="Matéria cifrada da Folha" src="http://www.hiperweb.com.br/caderno/wp-content/uploads/2008/08/materia1-300x264.gif" alt="Ah, o texto estava cifrado né?" width="300" height="264" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p><!--TITULO--><a title="Folha bebeu" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u439090.shtml" target="_blank">Folha Online antecipa vitória em licitação de obra do metrô de São Paulo</a></p>
<p>Reflexões de um leitor:</p>
<p>1) Se a Folha possuía alguma informação confiável e verificada sobre a licitação, deveria publicá-la? Por se tratar de assunto de interesse público (divulgação de resultado de licitação previamente é proibido por lei), então é legítimo que se publique. Mas&#8230;</p>
<p>2) &#8230; se a fonte não era confiável o bastante para fazer uma matéria &#8220;de verdade&#8221;, não cabe publicar nada. Certo?</p>
<p>3) Publicar uma notícia falsa sem pé nem cabeça com texto cifrado é mesma coisa que nada. Nem pra provar que o jornalista tinha informação privilegiada (mesmo que não confirmada) isso serve. Afinal, o que impede o site publicar &#8220;n&#8221; matérias com textos cifrados, um para cada potencial vencedor da licitação?</p>
<p>4) Texto cifrado em jornal? É brincadeira, não?</p>
<p>No final, a impressão que dá é que a Folha cometeu um equívoco muito, muito grande. E estampa isso na capa do portal, orgulhosa que está da bobagem que fez.</p>
<dl id="attachment_2669" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-2669" title="Capa da Folha" src="http://www.hiperweb.com.br/caderno/wp-content/uploads/2008/08/folhacombr.jpg" alt="Estampam a bobagem na capa." width="280" height="218" /></dt>
</dl>
<p>Espero que este &#8220;furo&#8221; de reportagem seja bem acompanhado pelo Ombudsman, e que gere bastante discussão. Porque é lamentável.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Participe: não acredito que você não leu (viu, ouviu, visitou&#8230;)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
		<category><![CDATA[Geek news]]></category>
		<category><![CDATA[No ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[PIMBA Corp]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que voltou a fazer parte da minha vida é a leitura constante. Sempre gostei muito de ler, e, na verdade, nunca parei de ler. Mas por uns 2 anos (desde que abri meu negócio próprio) fiquei sem ler livros como sempre fiz: um atrás do outro, lendo praticamente todos os dias. E, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que voltou a fazer parte da minha vida é a leitura constante. Sempre gostei muito de ler, e, na verdade, nunca parei de ler. Mas por uns 2 anos (desde que abri meu negócio próprio) fiquei sem ler livros como sempre fiz: um atrás do outro, lendo praticamente todos os dias. E, pra minha alegria, estou conseguindo trazer este hábito de volta no meu dia-a-dia.</p>
<p>Só que, nessa &#8220;retomada&#8221;, descobri que tanto me faltava referência sobre coisas novas e bacanas sendo lançadas por aí como me faltava também saber direito o que eu procuraria pra ler. Era como se meus interesses tradicionais tivessem se resetado, e os objetivos de leitura antigos não valessem mais. Era necessária uma nova estratégia.</p>
<p>E a estratégia é simples. Virar pra algum amigo e perguntar sem dó: &#8220;Qual livro você me recomenda, aquele que você diria: não acredito que você não leu&#8221;.</p>
<p>Tive recomendações ótimas até agora. Só que isso não precisa ficar restrito ao universo dos livros, precisa? Também existem aqueles discos, filmes, exposições, viagens, etc que valem a pena.</p>
<p>Quero trocar essas recomendações com vocês, meus <span style="text-decoration: line-through;">quatro</span> três leitores. Regras simples: um item por categoria. Ponto. E nem precisa ser &#8220;o que você gosta mais&#8221;. Tem coisas que a gente nem gosta tanto, mas que são importantes, relevantes, instigantes, que interferem na sua vida. É isso que se quer.</p>
<p>Então, começo eu.</p>
<p><strong>Não acredito que você não leu:</strong><br />
- Sagarana, de Guimarães Rosa</p>
<p><strong>Não acredito que você não ouviu:</strong><br />
- Timeout, do Dave Brubeck Quartet</p>
<p><strong>Não acredito que você não viu:</strong><br />
- O Escorpião de Jade, do Woody Allen</p>
<p><strong>Não acredito que você não visitou:</strong><br />
- O Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo</p>
<p><strong>Não acredito que você não acessou:</strong><br />
- <a title="Lifehacker" href="http://www.lifehacker.com" target="_blank">Lifehacker</a>, tips and downloads for getting things done (em inglês)</p>
<p>E aí? O que você não acredita que alguém não tenha tido contato? Compartilhe aqui nos comentários.</p>
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		<title>Propaganda e realidade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 03:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédias privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pundo 3000. Não é preciso entender uma vírgula em alemão para sacar qual é o ponto dos caras: o que se vende nas embalagens de produtos corresponde à realidade? Em 100 comparações entre embalagens e os produtos embalados, o que emerge é uma sensação de embuste. Mas não somos enganados, somos? Todos sabemos que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pundo3000.com/htms/70.htm"><img src='http://www.hiperweb.com.br/caderno/wp-content/uploads/2008/04/projekt1_sonbas-seehechtfil1.thumbnail.jpg' alt='Por fora, bela viola'  align='left' /></a> <a href="http://www.pundo3000.com/werbunggegenrealitaet3000.htm">Pundo 3000</a>. Não é preciso entender uma vírgula em alemão para sacar qual é o ponto dos caras: o que se vende nas embalagens de produtos corresponde à realidade? </p>
<p>Em 100 comparações entre embalagens e os produtos embalados, o que emerge é uma sensação de embuste. Mas não somos enganados, somos? Todos sabemos que o que vai dentro é bem inferior ao que é vendido. Mesmo assim, parecemos não ligar. Aparentemente, mentiras sinceras nos interessam. No dia-a-dia, elas bastam. Mas quando isso vem à tona de forma tão escancarada, não dá pra não refletir. Realidade pra quê, camarada?</p>
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		<title>Não mate ninguém com suas apresentações PowerPoint!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 17:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnicismos]]></category>

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		<description><![CDATA[Olha só. Como fazer uma apresentação memorável sem matar as pessoas de tédio. Em resumo: significado, estrutura, simplicidade e avaliação (feedback).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha só. Como fazer uma apresentação memorável sem matar as pessoas de tédio.<br />
Em resumo: significado, estrutura, simplicidade e avaliação (feedback).</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_85551"><object style="margin:0px" height="355" width="425"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=death-by-powerpoint4344"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=death-by-powerpoint4344" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></div>
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		<title>De volta à ativa</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 12:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo trabalho, novos desafios. Papinho trivial. Papinho não-trivial: empolgação de fazer alguma coisa bacana faz seus dias terem mais sentido. Ou melhor: empolgação por qualquer coisa que seja faz uma bale diferença. Como disse o Platão esses dias, &#8220;minha cachaça é a linguagem&#8221;. Conhecer a própria &#8220;cachaça&#8221;. Taí uma metáfora a ser usada&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo trabalho, novos desafios. Papinho trivial. Papinho não-trivial: empolgação de fazer alguma coisa bacana faz seus dias terem mais sentido. Ou melhor: empolgação por qualquer coisa que seja faz uma bale diferença. Como disse o <a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/BooksSearchResult.aspx?ProdTypeId=1&#038;WhichForm=frmSearchHomePage&#038;Query=francisco%20savioli">Platão </a> esses dias, &#8220;minha cachaça é a linguagem&#8221;. Conhecer a própria &#8220;cachaça&#8221;. Taí uma metáfora a ser usada&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Japão? Bizarro?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jun 2006 19:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cri-crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
		<category><![CDATA[Geek news]]></category>
		<category><![CDATA[Vida ao vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[O oriente, mais especificamente o Japão, traz sempre boas surpresas. O impacto causado pela diferença cultural ao ver imagens de lá nunca cessa. Não dá para negar que esse impacto cultural é causado, muitas vezes, pelos preconceitos trazidos por nossos próprios filtros e visões ocidentais. Um exemplo? Que tal os vídeos que ensinam coisas utilíssimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O oriente, mais especificamente o Japão, traz sempre boas surpresas. O impacto causado pela diferença cultural ao ver imagens de lá nunca cessa. Não dá para negar que esse impacto cultural é causado, muitas vezes, pelos preconceitos trazidos por nossos próprios filtros e visões ocidentais.</p>
<p>Um exemplo? Que tal os vídeos que ensinam coisas utilíssimas como <a title="E eles dobram mesmo" target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=1RUBP5e0_js">dobrar uma camiseta em 3 segundos</a> ou a melhor técnica para <a target="_blank" title="Eles colocam mesmo!" href="http://www.youtube.com/watch?v=FhklMGA01Gg">colocar um band-aid no dedo</a>? Ou então as fantásticas  <a target="_blank" title="Rube Goldberg faria deste jeito" href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=2FFC3DEEECDA961B"><em>Pitagora Suicchi</em></a> que ficam na abertura de um programa infantil.</p>
<p>Mas nada ganha do <a title="Japoneses seminus dançando como criancinhas" target="_blank" href="http://video.google.com/videoplay?docid=6616479032362244465&#038;q=yatta%21">Yatta!</a> Nada. Mesmo. Bizarro, estranho, incompreensível. O que faz um sexteto de japoneses magrelos (um deles menos magrelo, é verdade), vestindo cuequinhas brancas com um aplique de uma folha de palmeira ali no &#8220;lugar&#8221;, dançando coreografadamente e pulando como criancinhas?  E a edição do clipe brega, que usou todos os clichês possíveis? O que faz a platéia ali, vendo aquela aberração, dançando ao mesmo tempo? Uma macarena oriental sexual e infantilóide? Mas hein?</p>
<p>Calma. Respire. Inspire. Não é nada disso. Pra <a title="Só a Wikipedia Salva" target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yatta">tudo deve ter explicação</a>. Pelo menos pro Yatta, tem. Eles fazem parte de um grupo humorístico de TV, e tem um quadro que satiriza o governo (pense no Casseta e Planeta). A sátira, no caso, é dizer que &#8220;tudo está bem&#8221;, pra &#8220;manter a esperança&#8221; no país, e que, afinal, se ainda houver como usar uma <strong>GreenL</strong>eaf (folha verde) pra se vestir, tudo bem, o mundo é belo e tal. Tá tudo ótimo. Ironia, pois?<br />
Ufa. É só isso. Ironia. Ainda bem que pelo menos isso, aparentemente, é mais universal. Mas que aquele japinha balançando o dedo daquele jeito é meio suspeito, isso é. Não é?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como justificar paixões?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 May 2006 21:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, não é um post romântico. É sobre paixões num sentido amplo. As pessoas (digo, eu, pelo menos) tendem a achar que a própria paixão é legal, a do outro é estranha, é exagero, não vale a pena. Fotografia? Ipod? Equipamento de ginástica? Acessórios pro carro? Como justificar? Como compreender? E como colocar usar essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não é um post romântico. É sobre paixões num sentido amplo. As pessoas (digo, eu, pelo menos) tendem a achar que a própria paixão é legal, a do outro é estranha, é exagero, não vale a pena. Fotografia? Ipod? Equipamento de ginástica? Acessórios pro carro?</p>
<p>Como justificar? Como compreender? E como colocar usar essa reflexão para produtos/serviços a serem vendidos? Segundo o blog de <a title="Creating Passionate Users" target="_blank" href="http://headrush.typepad.com/creating_passionate_users/2006/04/my_passion_is_a.html">Kathy Sierra</a>, usuários apaixonados não precisam de ajuda para justificar o <em>produto</em>, mas, sim, a própria <em>paixão</em>.</p>
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		<title>Maria Rita: isso sim que é show</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 14:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
		<category><![CDATA[No ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[PIMBA Corp]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias ouvi uma música da Maria Rita no rádio. Era &#8220;Minha Alma&#8221;, gravada pel&#8217;O Rappa, do segundo disco da mulher. Não ouvi (ainda) esse disco dela, mas vi shows dos dois discos. Dois show muito bons. Dizem que a voz da Maria Rita parece com a da mãe. Outro dizem que não, isso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias ouvi uma música da Maria Rita no rádio. Era &#8220;Minha Alma&#8221;, gravada pel&#8217;O Rappa, do segundo disco da mulher. Não ouvi (ainda) esse disco dela, mas vi shows dos dois discos. Dois show muito bons.</p>
<p>Dizem que a voz da Maria Rita parece com a da mãe. Outro dizem que não, isso é um sacrilégio. Acho que a Elis tinha uma voz mais &#8220;pontiaguda&#8221;, mais estridente, e também mais brilhante. A filha é bem mais &#8220;redonda&#8221;, macia, bem suave. E é também muito suave nas suas apresentações. É isso que me chamou a atenção, comparando os dois shows.</p>
<p>No primeiro, era seu disco de estréia, e estávamos bem próximo do palco. Maria Rita ainda estava grávida, um barrigão enorme de uns 7 meses. Ela parecia bem nervosa, mas cantou de maneira linda. Em todas as pausas, contava alguma história sobre a música, e sempre, sempre, elogiava o compositor e explicava o porquê de ter escolhido aquela canção para o disco. Mas faltava energia, ela parecia cansada. Estava, de certa forma, incomodada com o palco.</p>
<p>Isso absolutamente desapareceu no segundo show que vi, quase 2 anos depois do primeiro. Maria Rita estava leve, divertida, cheia de energia para se mexer no palco, dançar. Talvez por conta do perfil das músicas do segundo disco (mais intensas em energia), talvez por conta da familiaridade com o palco, não sei. Mas ela estava à vontade, aquele parecia ser o seu domínio. E ela conseguiu transmitir força, graça, sinceridade, empatia mesmo em um show num clube do interior de São Paulo, com pouco mais de 300 pessoas. E o melhor: aquela delicadeza com o público, o respeito pelos músicos e compositores ao seu lado, continuava igual. Isso sim que é show.</p>
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		<title>Você acredita em vidas passadas?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2006 22:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A resposta de um milhão de dólares: só nas minhas vidas futuras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta de um milhão de dólares: só nas minhas vidas futuras.</p>
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		<title>Hipster PDA, PocketMod, D*I*Y Planner</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Mar 2006 23:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnicismos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem louco pra tudo mesmo. Uma onda que tenho acompanhado mais ou menos de perto é a do Get Things Done. A idéia por trás não parece ser nenhuma loucura: ferramentas mezzo geeks para aumentar a produtividade e diminuir a dispersão (e procastinação, etc). Uma das técnicas é usar um Hipster PDA, que nada mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem louco pra tudo mesmo. Uma onda que tenho acompanhado mais ou menos de perto é a do <a target="_blank" href="http://www.43folders.com/2004/09/08/getting-started-with-getting-things-done/">Get Things Done</a>. A idéia por trás não parece ser nenhuma loucura: ferramentas <em>mezzo</em> geeks para aumentar a produtividade e diminuir a dispersão (e procastinação, etc).</p>
<p>Uma das técnicas é usar um <a target="_blank" title="Apenas um monte de papel e um clipe." href="http://www.emaginacion.com.ar/cym/gtd-and-hipster-pda-2/">Hipster PDA</a>, que nada mais é do que uma versão offline de um palm. São páginas com templates prontos para fazer coisas do dia-a-dia, como organização de itens de compras ou calendários. O objetivo é ser prático e que você possa utilizar a qualquer momento de maneira eficiente.</p>
<p>Já existem <a target="_blank" title="Zilhares de templates de D*I*Y Planners" href="http://www.diyplanner.com/">dezenas de templates</a> para se fazer isso. Um dos mais legais é o <a target="_blank" title="Hipster PDA em flash! Prático!" href="http://www.pocketmod.com/app/index.html">PocketMod</a>, que permite que você escolha quantas páginas quer, o conteúdo delas, e gera um PDF lindão para ser impresso, dobrado e guardado no bolso.</p>
<p>É geek o suficiente ou quer mais?</p>
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