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	<title>Caderno de Anotações &#187; Filmes</title>
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	<description>Um blog sobre tecnologia, literatura e bizarrices por Rodrigo Volponi</description>
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		<title>Participe: não acredito que você não leu (viu, ouviu, visitou&#8230;)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofadas]]></category>
		<category><![CDATA[Geek news]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que voltou a fazer parte da minha vida é a leitura constante. Sempre gostei muito de ler, e, na verdade, nunca parei de ler. Mas por uns 2 anos (desde que abri meu negócio próprio) fiquei sem ler livros como sempre fiz: um atrás do outro, lendo praticamente todos os dias. E, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que voltou a fazer parte da minha vida é a leitura constante. Sempre gostei muito de ler, e, na verdade, nunca parei de ler. Mas por uns 2 anos (desde que abri meu negócio próprio) fiquei sem ler livros como sempre fiz: um atrás do outro, lendo praticamente todos os dias. E, pra minha alegria, estou conseguindo trazer este hábito de volta no meu dia-a-dia.</p>
<p>Só que, nessa &#8220;retomada&#8221;, descobri que tanto me faltava referência sobre coisas novas e bacanas sendo lançadas por aí como me faltava também saber direito o que eu procuraria pra ler. Era como se meus interesses tradicionais tivessem se resetado, e os objetivos de leitura antigos não valessem mais. Era necessária uma nova estratégia.</p>
<p>E a estratégia é simples. Virar pra algum amigo e perguntar sem dó: &#8220;Qual livro você me recomenda, aquele que você diria: não acredito que você não leu&#8221;.</p>
<p>Tive recomendações ótimas até agora. Só que isso não precisa ficar restrito ao universo dos livros, precisa? Também existem aqueles discos, filmes, exposições, viagens, etc que valem a pena.</p>
<p>Quero trocar essas recomendações com vocês, meus <span style="text-decoration: line-through;">quatro</span> três leitores. Regras simples: um item por categoria. Ponto. E nem precisa ser &#8220;o que você gosta mais&#8221;. Tem coisas que a gente nem gosta tanto, mas que são importantes, relevantes, instigantes, que interferem na sua vida. É isso que se quer.</p>
<p>Então, começo eu.</p>
<p><strong>Não acredito que você não leu:</strong><br />
- Sagarana, de Guimarães Rosa</p>
<p><strong>Não acredito que você não ouviu:</strong><br />
- Timeout, do Dave Brubeck Quartet</p>
<p><strong>Não acredito que você não viu:</strong><br />
- O Escorpião de Jade, do Woody Allen</p>
<p><strong>Não acredito que você não visitou:</strong><br />
- O Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo</p>
<p><strong>Não acredito que você não acessou:</strong><br />
- <a title="Lifehacker" href="http://www.lifehacker.com" target="_blank">Lifehacker</a>, tips and downloads for getting things done (em inglês)</p>
<p>E aí? O que você não acredita que alguém não tenha tido contato? Compartilhe aqui nos comentários.</p>
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		<title>De volta para o Seinfeld</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2006 12:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédias privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que o Doc Brown (o cientista maluco do De Volta para o Futuro) é o irmão mais velho (ou tio) do Kramer, do Seinfeld?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o <a href="http://www.imdb.com/gallery/ss/0088763">Doc Brown</a> (o cientista maluco do <em>De Volta para o Futuro</em>) é o irmão mais velho (ou tio) do <a href="http://www.movieprop.com/tvandmovie/Seinfeld/kramer.htm">Kramer</a>, do Seinfeld?</p>
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		<title>Brilho eterno</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2004 20:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui assistir a Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Fazia tempo que não saía tão satisfeito e empolgado com um filme. Desde O Filho da Noiva, talvez, mesmo que um não tenha nada a ver com o outro. Claro. Um roteiro completamente inusitado, com doses de humor, desencontros e questionamentos éticos/filosóficos sobre a experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui assistir a Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Fazia tempo que não saía tão satisfeito e empolgado com um filme. Desde O Filho da Noiva, talvez, mesmo que um não tenha nada a ver com o outro. Claro.</p>
<p>Um roteiro completamente inusitado, com doses de humor, desencontros e questionamentos éticos/filosóficos sobre a experiência e a memória. O filme me capturou na hora dos créditos, e já iam 20 minutos de exibição, ao som de Beck.</p>
<p>Jim Carrey consegue passar o filme todo quase sem fazer careta. A edição tem, sim, efeitos especiais, mas que não valem &#8220;por si&#8221;: valem pelo efeito de ritmo, de adequação à história. Não tem nada exagerado, a ponto de você nem perceber esses efeitos como tais. Ou seja: dose correta.</p>
<p>E é um filme que trata de um tema comum (relacionamentos), mas num contexto complicado (memória, como o Amnésia) sem descambar pra confusão. Ele segue uma linha clara, apesar dos flashbacks e das cenas conectadas apenas pela memória do protagonista. E é hollywoodiano. Ou melhor: é o que hollywood poderia fazer sempre, pois existem diretores, roteiristas, produtores que sabem fazer filmes comerciais inteligentes e que propôem novas direções no cinema. Não precisa ser tudo como Triple X.</p>
<p>Everybody&#8217;s gotta learn sometime.</p>
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		<title>Always look on the bright side of life!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2004 15:35:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédias privadas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[PIMBA Corp]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de ver A Vida de Brian, do Monty Phyton. Porquê não vi antes? Uma das cenas mais hilárias é quando Brian, que faz parte de um grupo &#8220;esquerdista&#8221;, contra o domínio romano na Galiléia, tem que pichar uma parede do palácio com a frase &#8220;Romanos, vão pra casa!&#8221;. Quando termina de escrever, chega um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ver A Vida de Brian, do Monty Phyton. Porquê não vi antes? Uma das cenas mais hilárias é quando Brian, que faz parte de um grupo &#8220;esquerdista&#8221;, contra o domínio romano na Galiléia, tem que pichar uma parede do palácio com a frase &#8220;Romanos, vão pra casa!&#8221;. Quando termina de escrever, chega um centurião e dois soldados:</p>
<p><a href="http://www.mwscomp.com/movies/brian/brian-08.htm">Vida de Brian, Cena 8</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fora de Contexto</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2004 21:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[PIMBA Corp]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem fui ver um documentário sobre os Doces Bárbaros, no Vivo Open Air. Gil, Caetano, Bethânia e Gal. Não conhecia nada sobre os quatro juntos. Só o nome. Foi interessante ver os quatro jovens adultos e, ao mesmo tempo, reconhecidos pelo seu trabalho. Alguns momentos terríveis (guerreiros do após-calypso?) e outros brilhantes (Carcará). Gil a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem fui ver um documentário sobre os Doces Bárbaros, no Vivo Open Air. Gil, Caetano, Bethânia e Gal. Não conhecia nada sobre os quatro juntos. Só o nome. Foi interessante ver os quatro jovens adultos e, ao mesmo tempo, reconhecidos pelo seu trabalho.</p>
<p>Alguns momentos terríveis (guerreiros do após-calypso?) e outros brilhantes (Carcará). Gil a esbanjar alegria e falando absurdos PIMBA pós-conceituais relativísticos (hã?). Caetano com poesia (virá que eu vi) e coisas estranhíssimas (música de pomba, pra peixe?). Bethânia mulhé-macho em segundo plano, e emoção pura. Gal lânguida-oleosa e menina travessa de voz impossível.</p>
<p>Mas o mais interessante desse mundo delirante (rimou? ficou aliterante?) foi ver como, à luz de algumas décadas, certas coisas permanecem contemporâneas, relevantes, válidas, e outras se transformam em bizarrices. Seja o mustache do delegado que prendeu Gil com a &#8220;erva maldita&#8221; aos comentários rock&#8217;and&#8217;roll do Caetano, muito ficou risível. Fora de contexto, exibir tais coisas é quase uma agressão.</p>
<p>Ficou patente, pra todo mundo que viu o documentário: esses quatro fizeram muita coisa ruim. Não é &#8220;experimental&#8221;, &#8220;psicodélico&#8221;, é ruim mesmo. Mas também fizeram coisas que sobrevivem, marcaram época.</p>
<p>Talvez seja esse o mérito: acertar às vezes, mesmo que não se saiba separar o que é irrelevante do que é universal. E continuar. Hoje, se damos alguma bola e existe uma idolatria a eles, deve-se a isso. Acertar em cheio, poucas vezes. E, todos os dias, vamos perdoando os erros pontuais, porque o que sobra é bom.</p>
<p>Mas <em>guerreiros do após-calypso</em> não tem perdão. <img src='http://www.hiperweb.com.br/caderno/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>A tecnologia e o japonês</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2004 14:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PIMBA Corp]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse filme Último Samurai, me ficou na cabeça outra coisa: a relação entre tradição x tecnologia. Há, obviamente, uma clara defesa da tradição japonesa (honra, costumes, disciplica) contra a avassaladora tecnologia embarcada pelo capitalismo americano (na forma de estradas de ferro, eletricidade e, principalmente, armas automáticas). Os samurais conseguem resistir, de forma corajosa, ao primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse filme Último Samurai, me ficou na cabeça outra coisa: a relação entre tradição x tecnologia. Há, obviamente, uma clara defesa da tradição japonesa (honra, costumes, disciplica) contra a avassaladora tecnologia embarcada pelo capitalismo americano (na forma de estradas de ferro, eletricidade e, principalmente, armas automáticas).</p>
<p>Os samurais conseguem resistir, de forma corajosa, ao primeiro avanço da tecnologia: as armas de fogo. Mas não conseguem fazer o mesmo quando vem o segundo avanço, as armas automáticas, na forma de metralhadoras antigas.</p>
<p>A visão de preservar a tradição é comovente, no filme. E me faz ficar com uma certa repulsa à tecnologia. Mas percebo a ironia: trabalho com internet e sempre trabalhei com computadores. Adoro as maravilhas eletrônicas quando evitam a burrocracia e, <a title="Link para o post -- Mundo Medicalizado e Excesso de pós-modernismo --" href="http://www.hiperweb.com.br/caderno/arquivos/002005.asp">apesar das críticas</a>, sou alopata convicto e fico espantado quando uma simples pílula pode acabar (mesmo!) com fungos no seu pé, sem contar as endoscopias.</p>
<p>O interessante é perceber como, no filme, o imperador amarra a contradição de ser um país feudal, com tradições milenares, na transição e na ânsia pela modernidade. É, sim, modernizar-se, não esquecer suas origens. E é justamente essa a imagem que tenho do Japão, hoje. Ambíguo, porque tradicional e high-tech.</p>
<p>Talvez esse tipo de filme seja necessário para mostrar um contraponto. Afinal, não é preciso que ninguém defenda a técnica: ela já é hegemônica. No passado, era Deus (ou a religião) quem dizia o certo e o errado. Depois, veio o humanismo, que agora dá espaço ao discurso tecnológico. E isso não é bom nem ruim: é o contexto contemporâneo. Trabalhemos com isso, com alguns olhos no passado, e muitos no futuro. Aonde chegaremos?</p>
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		<title>O japonês e o japonês</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2004 14:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Engraçado ver dois filmes sobre o Japão na seqüência. Um, Encontros e Desencontros, da Sofia Coppola. Outro, o Último Samurai, de Edward Zwick. Muito diferentes entre si, lógico. O primeiro mostra dois americanos que, no fundo, nunca entram no Japão. Por ter língua, costumes e rituais completamente distantes do que eles conhecem, optam por se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado ver dois filmes sobre o Japão na seqüência. Um, <a title="Link para Lost in Translations no IMDB" href="http://www.imdb.com/title/tt0335266/">Encontros e Desencontros</a>, da Sofia Coppola. Outro, o <a title="Link para o filme no IMDB" href="http://www.imdb.com/title/tt0325710/">Último Samurai</a>, de Edward Zwick. Muito diferentes entre si, lógico.</p>
<p>O primeiro mostra dois americanos que, no fundo, nunca entram no Japão. Por ter língua, costumes e rituais completamente distantes do que eles conhecem, optam por se fechar, se esconder. O hotel é um oásis de segurança com alguns intrusos nativos. Mas, nesse caso, o Japão é irrelevante: o país é só um pretexto para mostrar como a vida deles era sem sentido e tediosa. Podia ser a Índia, o Madagascar, a Islândia.</p>
<p>No segundo, que se passa no século XIX, um capitão do exército americano entra no Japão no período de transição feudal-moderna. E entra mesmo, de corpo e alma, quando vive numa vila de samurais. Vem todo o blablablá romântico da vida rupestre, disciplinada, cheia de honra, em contraste com os interesses financeiros e capitalistas da modernização de Tokyo, a nova capital.</p>
<p>Esse &#8220;entrar&#8221; ou &#8220;não entrar&#8221; numa sociedade me fez lembrar de um livro que li (depois acho o nome e coloco aqui), em que o autor, um executivo brasileiro, conta qual é a &#8220;mágica&#8221; para não cometer gafes em contatos internacionais. Simples: manter proximidade emocional. Quem procura o distanciamento, achando que o outro é &#8220;outro&#8221;, que os costumes são &#8220;estranhos&#8221;, que aquilo não é &#8220;correto&#8221;, fatalmente não vai se relacionar bem com as pessoas daquela sociedade. Se, ao contrário, tiver proximidade ativa (&#8220;entrar&#8221;), qualquer gafe, se existir, será facilmente contornada, compreendida, relevada.</p>
<p>Tá bom, concordo. Mas que isso deve ser difícil de se conseguir no Japão, ah, isso sim.</p>
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		<title>Ilha das Flores</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2003 19:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TeVê]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito bom esse documentário/ensaio do Jorge Furtado. Quem tem encéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor deve assistir. Ilha das Flores no Porta Curtas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom esse documentário/ensaio do Jorge Furtado. Quem tem encéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor deve assistir.</p>
<p><a onclick="javascript:window.open('http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?Cod=647','','width=560,height=525,top=0,scrollbars=YES')" href="http://www.hiperweb.com.br/caderno/#">Ilha das Flores no Porta Curtas</a></p>
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		<title>Frida</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2003 00:03:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vida ao vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa sala antiga, confortáveis poltronas vermelhas. Refletindo na tela o colorido do México dos anos 20. A história de uma mulher dolorida, forte, multicolor como o México. (E, de brinde, a conversa com um projetista que só gosta de filmes de ação.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa sala antiga, confortáveis poltronas vermelhas. Refletindo na tela o colorido do México dos anos 20. A história de uma mulher dolorida, forte, multicolor como o México.</p>
<p>(E, de brinde, a conversa com um projetista que só gosta de filmes de ação.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ainda Matrix?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2003 14:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Volponi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ô luta]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor constatação sobre o filme, claro, veio do Serjão: &#8220;Zion&#8221; é noiz ao contrário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor constatação sobre o filme, claro, veio do Serjão: &#8220;Zion&#8221; é noiz ao contrário.</p>
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