A primeira vez: PABX

Written by Volponi on 24/5/2004 – 18:22 -

Sempre me dei razoavelmente bem com aparelhos, videocassetes, computadores. Nunca passei por uma daquelas crises “não sei mexer nisso, faz pra mim”?

Até agora.

Na mesa de meu chefe tem um telefone cheio de botõezinhos. Ao lado de cada botão, uma etiqueta bem colada. “Volponi”, “Renato”, “Celso”, “Linha 2″, “Transfere”.

Juro que tentei, mais de uma vez, transferir alguma ligação quando, por acaso, estava por perto desse telefone maldito. Todas as vezes tive a impressão de ter deixado a pessoa do outro lado da linha no limbo, ou com um desligamento na cara. Deve haver alguma lógica intrínseca nesse processo. E todos os manuais de videocassetes e de softwares que já li não me serviram muito.

Me dá até um certo receio de chegar perto do bicho. Vai que alguém liga, e eu não consiga transferir? Será que a preguiça de aprender essas lógicas chegou? Não me digam que isso é coisa de quem “está ficando velho”.

Se bem que eu aprendi a mexer com telefone na época em que prendíamos os dedos naquele discão horroroso…

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3 Comments to “A primeira vez: PABX”

  1. Camila Says:

    Eu resolvo esse tipo de encanação com um singelo “este aparelho tem sérios problemas de usabilidade”. E ponto. Não vai ser qualquer aparelho mequetrefe que vai fazer meu auto-conceito cair…

  2. Murilo Boudakian Moyses Says:

    Era da Alcatel?

  3. Secretária 24h Says:

    Me parece um tanto simples!

    Antes de efetuar a transferência o Sr. apertar o botão “FLASH” do útil aparelho complicado…

    Que tal tentar?

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