Bio-arte

Written by Volponi on 6/4/2004 – 14:27 -

Em um texto da Morfina, ela discorria sobre “A Ciência, A Tecnologia E Esta Bagunça Toda”. Tá certo. Entre outras aberrações, cachorros transgênicos e tais. Me lembrei do coelho transgênico verde de um cara chamado Eduardo Kac, brasileiro que vive no exterior (EUA?).

Se certas coisas nos parecem aberrações hoje, o que dizer de bio-arte? Arte transgênica? Transfiguração e utilização de técnicas de manipulação de genes para criar obras de arte literalmente vivas? Quais são os limites éticos? A arte pode (deve) explorar tais limites? Se não o fizer, poderá ser considerado arte? E quando isso se difundir, porque não fazer tais coisas no próprio corpo?

Como diz o Luli: hoje você acha piercing esquisito, espere só até seu filho tomar pílulas para deixar o corpo fluorescente na balada. Verde-limão, ainda por cima, que mau gosto.

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9 Comments to “Bio-arte”

  1. vanessa Says:

    estou perdendo a coragem de continuar a espécie…

  2. Lilian Says:

    taí. sempre fico imaginando que tipo de coisas esquisitas as gerações futuras irão inventar. pílula fluorescente é uma boa.

  3. bera Says:

    Cara, vi num documentário um cara que se transformou em tigre: tatuagens, implantes dentários. cirurgia para transformar o nariz e cortar os lábios superiores em dois, implante de bigodes de nylon, e ainda diz que agora tá pensando no rabo.
    O limite ético da ciência eu não sei, mas a loucura humana nunca teve limite.

  4. vanessa Says:

    nossa… esse é bizarro.
    coitado.

  5. Bera Says:

    Oi Volponi, bota mais poesia vai….

  6. Maria Anita Says:

    Gostei do lápis lá em cima. Nem precisou ser verde limão…

  7. Fernanda Says:

    E aí… acho que entrei em página errada, mais tudo bem…

    queria saber de um comentário de Bio, mas sobre turismo…

    beijos,

    Fer

  8. Fernanda Says:

    E aí… acho que entrei em página errada, mais tudo bem…

    queria saber de um comentário de Bio, mas sobre turismo…

    beijos,

    Fer

  9. Liliana Rosa Says:

    “É impossível saber o que vem depois, é difícil imaginar o que nos espera.” Eis a síntese de tudo o que foi escrito. Ótimo não sabermos o que nos espera, sabemos apenas o que passou, fazemos uma conta estatística de todos os pontos importantes na nossa vida e obtemos um resultado aproximado do que será o Futuro. Como saberemos que à partida sofreremos com momentos piores é melhor focarmos a nossa ânsia em momentos melhores: em passagens futuras maravilhosas. Colhendo o que se semeia!!!
    Recomendo um espectáculo que está em cartaz neste momento “Os Segredos de Almerinda” que nos obriga a esta mesma reflexão.

    A comédia Os Segredos de Almerinda reestréia no Teatro do Leblon depois de passar por Portugal e Luxemburgo. A peça estreou em Cuiabá em 2001 e teve nova montagem em 2002 sob a direção de Ingrid Guimarães e Heloísa Périssé, que assumem a supervisão na fase 2005.
    Os Segredos de Almerinda conta a história de uma emergente com perfil psicológico atípico. Ela faz revelações bombásticas em sua 3ª sessão de análise. Segredos nunca revelados vão surgindo durante os 60 minutos de duração do espetáculo.
    Neurótica, histérica, impulsiva e com surtos psicóticos, Almerinda passa a ser a representação cômica da mulher moderna, pontuada pelo realismo fantástico e pelas loucuras do cotidiano.
    Ficha Técnica
    Texto e direção: André D´Lucca.
    Elenco: André D´Lucca e Genésio Machado
    Duração: 1h
    Classificação: 14 anos
    Informações
    Local: Teatro do Leblon – Sala Fernanda Montenegro
    Data(s): Até dia 8 de abril
    Horário(s): Sexta e sábado, 23h; domingo, 22h

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